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A Crónica da Lili: Vamos Falar da Red Carpet do Met Gala

Primeiramente e antes de passarmos para a degustação e reflexão sobre o que vos trouxe até aqui, sejam bem-vindos à primeira crónica da Lili. Neste espaço que é meu e também vosso, vou fazer uma espécie de balanço sobre o mês ora em termos de moda, ora em termos de sociedade. Feitas as apresentações, vamos passar para o que realmente interessa, a crónica deste mês.

Para me estrear nesta vida de cronista não vou comentar vários assuntos, mas sim apenas um de forma mais aprofundada e detalhada, devido ao elevado burburinho que este causou – não, não é o #royalwedding.

Maio é um mês importante para o mundo da moda. Uma noite, um tema e milhares de convidados que desfilam em grande estilo pela red carpet do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque. Os mais atentos sabem que estou a falar de um dos eventos mais aguardados do ano: o MET Gala. Anna Wintour, a tão temida e invejada Editor-in-Chief da Vogue americana, encabeçou, uma vez mais, a realização da gala ao lado de Amal Clooney, Donatella Versace e Rihanna. Se em 2017 o MET deixou muito a desejar, em grande parte devido à falta de imaginação e incumprimento do tema, este ano superou todas as expetativas que haviam para superar – graças a Deus, literalmente. O tema “Corpos Celestiais: Moda e a Imaginação Católica” deu pano para mangas nesta 70º gala. A religião uniu forças com a moda e o resultado foi como uma bola de neve: as redes sociais relataram, as revistas noticiaram e o mundo reagiu com excitamento. Tudo parou para comentar as vestimentas, as maquilhagens, os cabelos e os acessórios da glamourosa noite.

Falar de MET Gala e não falar de Rihanna é quase como ir a Roma e não ver o Papa – gostaram desta associação? Demasiado pirosa, I know. A cantora dos Barbados foi, uma vez mais, nomeada pelos críticos como a rainha da noite – *Inserir o icónico hit “És a rainha da noite” da lendária banda Os D’Arrasar*. Ok, já parei – Com um vestido incrustado de brilhantes prateados assinado por John Galliano, Riri soltou a religiosidade que há dentro de si. Com um corte assimétrico, comprido à frente e curto atrás, fez pandã com o casaco e o chapéu à estilo papal. Atrevo-me a dizer que até os não-crentes se converteram

Rihanna

Blake Lively

    Quem também levou para casa a estatueta dourada foi, senhoras e senhores, Blake Lively. A atriz desfilou na passadeira vermelha com um vestido em tons de vermelho com apontamentos em dourado confeccionado pela casa Versace – to die for! A parte de cima do vestido em forma de corset assentava que nem uma luva com a parte de baixo repleta de bordados e apontamentos em dourado. Para dar aquele toque final, Blake usou uma tiara que acentuou o seu ar angelical. Por detrás deste look está uma história que ficará, com certeza, eternizada para sempre. Sabiam que o vestido de Blake Lively demorou 600 horas a ser confeccionado? E que a atriz teve que alugar um autocarro exclusivamente para transportar o dito cujo? É toda uma logística em nome da moda, da arte e do catolicismo.

    Rihanna e Blake Lively não são as únicas que ocupam o meu pódio de melhores looks da edição deste ano do MET Gala. Não é difícil adivinhar as minhas escolhas. Se valorizo quem segue o tema a preceito, não restam grandes dúvidas. A irreverente Katy Perry, como é óbvio, ocupa um lugar de destaque. Podia ter ido simples e até sem grandes exageros, mas, se bem conhecemos a cantora, a excentricidade é a sua imagem de marca. E assim foi. Katy desceu do céu à terra com umas majestosas asas de anjo que no momento em que foram fotografadas e divulgadas nas redes sociais rapidamente se tornaram num dos temas de conversa da noite.

    Katie Perry

    Lily Collins

    Ariana Grande

    Kim Kardashian

    Rosie Huntington-Whiteley

    Jennifer Lopez

    SZA

      Depois destes três grandes nomes que abrilhantaram a noite, segue-se Lily Collins que soltou a freira que há dentro de si; Ariana Grande que colocou em grande plano uma pintura da Capela Sistina; Kim Kardashian que não deixou escapar a oportunidade para cintilar em tons de dourado com um vibe bem 90’s; Rosie Huntington-Whiteley que nos abençoou com a serenidade do seu vestido; Jennifer Lopez que causou furor com a sua habitual ousadia; e, por fim, temos SZA, que atenta às tendências para a nova estação, brindou-nos com um look onde o lilás foi o principal protagonista.

      Se até agora me limitei a falar dos looks mais aplaudidos do MET Gala, está na hora de falar-vos dos vestidos que não foram dignos da minha standing ovation. Quem não esteve de todo dentro do espírito da noite foi a mais nova do clã Kardashian/Jenner. Kylie, acompanhada do seu mais que tudo Travis Scott – que confundiu o tema religioso com o tema militar -, enganou-se redondamente na sua escolha. Apesar de ter gostado do corte do vestido, não fez referência à religião e ao catolicismo. Quem também se junta a Kylie Jenner na minha lista negra de desaprovação é Tracee Ellis Ross e Ming X. A atriz e a modelo não se enquadraram no que a gala pedia, optando por marcar presença com vestidos em tons de rosa choque que, em outras ocasiões como, por exemplo, uma premiação, eram perfeitamente aceitáveis. Desta vez, levam um não da minha parte.

      Kylie Jenner e Travis Scott

      Tracee Ellis Ross

      Ming X

        E por hoje é tudo, caros leitores fashionistas. Para o ano há mais Met Gala e cá estarei eu para vos trazer a minha visão crítica sobre a noite mais importante do mundo da moda. Vemo-nos daqui a umas semanas? O convite está feito, agora é com vocês.

        Xoxo, Lili

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        Liliana Pedro

        Estudante de jornalismo, fashion lover e sonhadora nas horas vagas. "Tudo é considerado impossível até acontecer" - Nelson Mandela

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