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À Conversa com The Autist

Ainda muito recentes, mas já com uma garra fenomenal. Ainda não muito divulgados, mas já reconhecidos no meio. The Autist são uma banda um tanto ou quanto irreverente. Para quem gosta de uma sonoridade um pouco “mais pesada”, temos mais um motivo para voltar aos concertos de sextas e sábados acompanhados pelas belas loiraças servias em copo frio e alto. É uma banda que promete muitos mosh pits e sensação agradável, com uma sonoridade rock- metaleira muito especial.

Com um EP bem fresquinho, acabadinho de sair do forno no final do ano que nos deixou, 2015 promete muita festa, alegria e divulgação destes nossos compatriotas que nos irão de certeza proporcionar muitas novidades.

Quem são os de The Autist?

Os The Autist são uma banda portuguesa.

Como se definem em termos de género musical?

Metal/Rock.

Qual a vossa origem?

Lisboa.

Quais as vossas influências musicais para a criação da banda?

Gostamos de pensar que a nossa maior motivação para ter criado uma banda como os The Autist é a energia que se sente quando se toca ao vivo. Temos aquela necessidade de sentir a vibração que a plateia nos transmite quando percebe a nossa música e se agita com ela. Por isso quando pensamos em fazer música é sempre no intuito de ter um ritmo com groove e imenso peso. As melodias bonitas e atractivas são igualmente essenciais.

Sei que lançaram o EP “Entangled” recentemente. A criação e escolha dos temas foi um trabalho duro, ou foi um trabalho fluído?

Foi um trabalho bastante fluído que teve os seus obstáculos claro. De qualquer das maneiras e no fundo correu até muito bem.

Para nos familiarizarmos um pouco mais convosco, descrevam, de forma sucinta, um pouco de como é o vosso processo de ensaios.

Praticamos os temas individualmente em casa e depois juntamo-nos todos em estúdio para ultimar os pequenos detalhes e crescer como um colectivo.

Sei que estiveram no início do mês de Dezembro na República da Música. Foi a vossa primeira experiência deste género? Como foi partilhar o palco com outras bandas?

Não foi a primeira experiência. Todos nós já temos projectos musicais que remontam ao ano de 2005 e que acabaram até por alcançar um patamar interessante na cena underground mundial. Sabemos como é andar na estrada. Sabemos como é tocar com outras bandas e posso dizer que é sempre bom ter companheiros em cima do palco que se predispõem a criar um laço que nos ajuda a crescer enquanto individuos e colectivo.

A adesão foi o que esperavam?

Sim, sem dúvida alguma. Desde a sua concepção que The Autist é um projecto ambicioso onde planeámos investir imensos recursos para criar um monstro musical. Tivemos também o apoio incrível de pessoas que nos são próximas e que vão ajudando a banda como podem.

Qual foi a recepção do público às vossas músicas?

Foi um efeito genuíno de quem estava receptivo a ouvir pela primeira vez The Autist. Confesso que a melhor reacção foi o tema que tinha sido apresentado como single em agosto – Ethereal. Aí sim, senti uma grande energia.

Neste mesmo espectáculo, tiveram a participação de uma vocalista de outra banda que também actuou nessa noite. Como surgiu essa colaboração?

 A Diana Rosa – vocalista dos 11th Dimension – é uma pessoa que tem vindo a crescer no meu coração enquanto um dos meus artistas predilectos tanto em Portugal como lá fora. Tem um excelente range vocal e posso dizer que temos uma forte amizade artística que se tem vindo a desenvolver previamente à criação de The Autist. Fiz-lhe um convite para que participasse em dois dos temas presentes no EP e ela teve a gentileza de o aceitar. Naturalmente a sua integração num espetáculo ao vivo era inevitável.

É comum e fácil este tipo de colaboração entre bandas?

Depende. No nosso caso foi extremamente natural.

E música em Português? Não tenho conhecimento de terem alguma feita na língua de Camões. Estão a pensar em apostar em alguns temas na nossa língua materna, ou para já o inglês é a língua em que se conseguem exprimir melhor?

Não foi pensado. Mas quem sabe? Isso até me parece uma boa sugestão para um tema futuro.

Vamos pensar um pouco mais à frente. Se pudessem escolher um festival de Metal para tocarem em 2015, qual seria. Porquê?

Há 1 em particular onde teríamos todo o gosto de ir e que é pelas bandas que lá vão actuar o nosso festival favorito em Portugal; Vagos Open Air.

Qual era o cartaz de sonho que escolheriam para partilharem o palco?

Epica
Darkest Hour
The Autist.

Há novas datas para vos podermos ver em palco?

Por agora não há nada previsto. Contudo, estamos a trabalhar nesse sentido.

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Maria João Mimoso

Nasci em Lisboa e sou licenciada em Ciências da Linguagem pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Acredito que a satisfação da minha criança interior ajuda a melhorar o mundo. Curiosa, irreverente, aventureira, diferente, sonhadora e uma grande entusiasta dos pequenos e simples prazeres da vida.

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