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A beleza é relativa? Sim e isso é bonito

Ver algo belo faz-nos despertar sensações de atração. A Wikipedia diz-nos que a beleza “é uma característica de uma pessoa, animal, lugar, objeto ou ideia que oferece uma experiência perceptual de prazer ou satisfação. É a qualidade do que é belo”… Mas deixemo-nos de definições.

Sabemos que há padrões de beleza, mas isso não quer dizer que cada um de nós não possa construir o seu próprio conceito e ser feliz com isso. Ter cabelo com mais caracóis, quando queria ter o cabelo liso, ou ter o nariz maior, quando o queria ter mais pequeno. Aceitar é a palavra. No entanto, não podemos falar exclusivamente do exterior. O que é belo não pode nem deve ser só o que mostramos por fora. Aliás, talvez seja cliché dizer isto, mas o que está por dentro é mais importante. Às vezes, os clichés soam ao real. Este é um dos exemplos. E esse, o amor próprio, deve vir de dentro para fora. Aceitar como somos, a todos os níveis. Isso é saúde. Não exigir demasiado de nós mesmos. Só assim aprendemos a gostar de quem somos e de como somos. “Primeiro aprenda a gostar de si e da sua companhia”. Esta é uma das frases que mais tenho ouvido ao longo da minha vida.

Não é novidade para ninguém dizer que a beleza é um conceito relativo. Isto é, a opinião sobre este conceito varia de pessoa para pessoa. Tanto a nível mental como físico. De uma forma geral, belo é o que nos atrai, que é agradável aos nossos olhos, à nossa medida, que preenche os nossos requisitos, seja do que vemos no exterior ou no interior. Nós podemos e conseguimos moldar o conceito. Nunca nos devemos esquecer disto.

E sem ser as pessoas, é importante referir que há beleza nas coisas. Muitos de nós apreciamos a claridade que se vê pela manhã na persiana entreaberta; o pôr do sol ao fim do dia, que admiramos sentados na areia; aquela comida que a mãe faz, que ficamos felizes cada vez que a comemos (e que ela insiste em fazer, porque sabe que gostamos); o desenho que a nossa prima de quatro anos nos fez. Isto. Coisas, gestos, atitudes, arte.

Eu encontro beleza nisto, mas há quem possa não ter a mesma opinião. Lá está. Onde quero chegar é que muita coisa pode ser bela, aos olhos de diferentes pessoas. Basta descobrirmo-nos para acharmos o que é bonito. E isso também é belo. Aliás, o que seria se gostássemos todos do mesmo?

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Rita Almeida

Aspirante a jornalista. O gosto pela escrita faz parte de mim desde que me conheço. E penso que essa é a principal razão de ter escolhido o curso de Ciências da Comunicação para a minha licenciatura. Quanto mais o tempo passa, mais tenho a certeza que não podia estar em outro lugar.

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